Os investimentos na região não param. E da-lhe construções de plataformas em busca do petróleo na Bacia de Santos.
Pobres esportistas, que sempre contaram com trânsito livre nas águas límpidas da região e agora temem a poluição e a destruição de um dos ecossistemas mais belos da região paulista. O lado da ilha voltado para o continente já pena com o visual de embarcações monstruosas que ficam num vai e vem sem fim pelas águas do oceano. O lado leste, salve ele, ainda está preservado, nem conta com energia elétrica, e ainda é paraíso dos borrachudos. E tudo isso acontece em um mesmo pedaço de terra envolto por mar. Coisas do progresso capitalista.
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